Importância da TI nas pequenas e médias empresas 4 de janeiro de 2010
A tecnologia da informação traz inúmeros benefÃcios para as pequenas e médias empresas ao atuar como fiel escudeiro nas áreas operacionais e estratégicas da empresa, fornecendo dados, informações e “insights” para apoio ao processo de crescimento e maturação do negócio.
Segundo o SEBRAE, a principal causa da mortalidade das pequenas e médias empresas nos seus primeiros anos de atuação está relacionada a falta de informações sobre como analisar o mercado e gerenciar uma empresa em todos os seus aspectos: estratégicos, de marketing, financeiro, tecnológicos e de recursos humanos.
Esta ausência de conhecimento muitas vezes está fundamentada na dificuldade de aquisição do mesmo, sobretudo se analisarmos 2 cenários: o primeiro envolve a vida caótica na cidade grande, no qual o custo de deslocamento torna-se cada vez mais alto e impraticável; e o segundo envolve a vida em cidades no qual a qualidade de ensino possa ser questionada, seja pela ausência de infra-estrutura adequada, ausência de profissionais capacitados ou custo inacessÃvel ao pequeno empresário.
A primeira contribuição que a área de TI oferece às pequenas e médias empresas está no conhecimento de baixo custo obtido através de ferramentas de aprendizado a distância ou e-learning (EAD). Utilizando estas ferramentas, as barreiras citadas acima são transpostas, sobretudo quando há sinergia entre os provedores de conhecimento (responsáveis pela elaboração de uma pedagogia adequada ao aprendizado virtual) com os empreendedores impossibilitados de adquirir conhecimento pela maneira tradicional (limitados sobretudo pelas exigências do dia-a-dia).
A segunda contribuição da área de TI está em permitir o compartilhamento do conhecimento entre os membros de uma equipe. Através de ferramentas como listas de discussão, blogs, fóruns, comunidades ou wikis e principalmente, de uma mudança cultural profunda sobre a noção de propriedade da informação, o conhecimento torna-se parte tangÃvel da empresa, desligando-se do plano individual. O empreendedor colhe como principal benefÃcio a evolução de sua equipe que, ao compartilhar informações, consolida-se como um time engajado para o sucesso e, sobretudo, quebra paradigmas que levam a uma competitividade que limita o crescimento pessoal e profissional.
A terceira contribuição está em promover a aproximação das pessoas. O empreendedor que compreende que fazer negócios nada mais é do que satisfazer necessidades dos seus semelhantes, percebe que ouvir é mais importante que falar. Com base nisto, a tecnologia cria canais diretos e bi-direcionais (ou seja, você ouve e é ouvido) entre todos os pontos de contato de uma empresa: clientes, funcionários, parceiros, governo, concorrentes, comunidades locais ou sociedade em geral. Esta aproximação é o fornecedor de informação estratégica mais valioso que uma empresa poderá obter utilizando a tecnologia: é da opnião e troca de idéias com os seus pontos de contato (ou como muitos dizem: “stakeholders”) que surge os “insights” de inovação, ações preventivas e ações reativas tão necessárias à sobrevivência do negócio.
Apesar do discurso padrão da área de TI tender para o maniqueÃsmo (ou a área de TI é um custo ou é a luz no fim do túnel capaz de prever o futuro), a tecnologia da informação está consolidando-se como um meio de criação, compartilhamento e evolução do conhecimento, proporcionando uma fonte de aprendizado multi-canal e multi-direcional, capaz de promover uma grande evolução nos planos pessoal e profissional. Bastará a soma do uso correto de ferramentas existentes com a vontade de aprender, aliada a quebra de paradigmas e mudanças culturais, para uma pequena ou média empresa começar a colher os reais benefÃcios da tecnologia da informação.
É fato que TI é de extrema importância para pequenas empresas – ou para empresas de qualquer porte.
Todavia, o custo de uma infraestrutura condizente com as necessidades da empresa pode em muito ultrapassar o budget disponÃvel.
E é aà que entra uma boa consultoria para ajudar a pequena e média empresa a decidir o que é melhor para ela com os recursos disponÃveis. Assim, ao invés de gastar-se num primeiro momento um valor alto para atender a todas as suas necessidades, a implantação das tecnologias é gradual, sem um impacto direto nas finanças da empresa.
Acho que a segunda contribuição citada é a mais importante em TI, onde sem troca de conhecimentos, TI torna-se UTI.
Lembrando que , após o evento da tecnologia da informação, o mundo tornou-se globalizado, as coisas começaram a acontecer de uma hora para outra, com rapidez de demanda. Como exemplo poderemos citar o processo tecnológico da empresa FEDEX e seus ativos, devido a agilidade com que distribui organizadamente mercadorias pelo mundo inteiro, a agilidade com que uma empresa de fundo-de-quintal, como a Micro$oft, alcançou a plataforma em que está, dominando o mercado de pc’s, a mudança radical do conceito IBM de negociar com o Mundo, onde nem mais os famosos “Homens de Preto”-cientÃstas, fÃsicos e consultores “IBMers” fazem mais parte de seu contexto. Antes hardware e produto segmentado, hoje serviço, demanda de processos, independente do sistema de origem.
Ontém, preocupação com o status, com a marca, hoje, com o Know-How ,bagagem de conhecimentos e experiências com sucesso adquiridos com o tempo.Trocou-se o mundo super controlado, por um mundo super informado, de estratégias e meios infinitos de prosseguir o que se criou.
TI veio para ficar.